Objetivo funcional · Região supra-hióidea / deglutição
Região supra-hióidea e componente faríngeo da deglutição
Aplicação submentoniana relacionada à elevação hiolaríngea. Área sensível: exige avaliação da biomecânica e exame instrumental quando indicado.
Modo aplicação
Sete etapas
Descrição técnica de como a aplicação é executada. Nada aqui é prescrição: percentuais e faixas aparecem apenas quando o protocolo estudado os descreve, e sempre rotulados como tal.
Não use esta ferramenta para decidir segurança de via oral
Legenda
- Base — segmento inicial
- Extremidade que fixa a fita. Na convenção técnica é assentada sem tensão, para reduzir tração na pele e favorecer adesão.
- Corpo — trecho intermediário
- Único trecho em que o protocolo pode descrever tensão. Exibimos percentual ou faixa apenas quando o estudo citado sustenta, sempre rotulado como protocolo estudado.
- Ancoragem — segmento final
- Extremidade oposta, também assentada sem tensão na convenção técnica.
Base e ancoragem sem tensão são convenção técnica de método — não são mecanismo terapêutico comprovado.
Tensão neste objetivo: não há tensão universal validada.
Protocolo estudado: faixa baixa quando relatada. Sem percentual único nem direção validada.
- 1
Preparar e medir a fita
Com o pescoço em posição neutra, meça o trajeto submentoniano, corte a tira em I e arredonde as pontas. Pele limpa e seca.
- 2
Localizar a região anatômica
Localize o trígono submentoniano e a referência do osso hioide. Fora da região cervical anterior profunda.
- 3
Posicionar a base
Assente a base sem tensão no assoalho submentoniano, com o pescoço neutro.
Sem tensão · convenção técnica, não mecanismo terapêutico comprovado.
- 4
Aplicar o corpo
Aplique o corpo em direção à região do hioide. Não há tensão universal validada; faixa baixa aparece em estudos como protocolo estudado.
Tensão: não há tensão universal validada — Protocolo estudado: faixa baixa quando relatada. Sem percentual único nem direção validada.
- 5
Posicionar a ancoragem
Assente a ancoragem sem tensão, sem sensação de constrição, fora de pregas cervicais profundas.
Sem tensão · convenção técnica, não mecanismo terapêutico comprovado.
- 6
Friccionar e verificar pele e conforto
Frite a fita e verifique respiração, deglutição de saliva, rotação e extensão cervical, conforto e pele.
- 7
Registrar a resposta
Aplique os desfechos combinados, registre tolerância cervical e respiratória, resposta e decisão.
Durante todo o uso
- Inspecione a pele a cada retirada; remova diante de qualquer reação.
- Não aplique sobre mucosa, ferida, pele irritada ou região ocular.
- Interrompa diante de dor, ardor, prurido, vermelhidão persistente ou bolhas.
0%
Baixa (nível indicado)
Moderada
Alta
Não há tensão universal validada. Use apenas o valor sustentado pelo estudo ou protocolo citado. Muitos estudos orofaciais pediátricos utilizam baixa tensão, e mais tensão não significa mais efeito — significa mais carga sobre a pele.
Quando algum valor é relatado em estudos pediátricos orofaciais, situa-se em faixa baixa — protocolo estudado, não padrão universal.
Segurança primeiro. Não aplicar sobre mucosa, ferida ou região ocular. Suspender diante de qualquer reação cutânea. Sinais de aspiração — tosse, engasgo, voz molhada, perda de peso ou infecções respiratórias recorrentes — exigem avaliação adequada e não devem ser tratados com fita isoladamente.