Evidência clínica
Estudos de reabilitação da disfagia descrevem aplicações em orbicular, masseter, supra e infra-hióideos com resultados relatados como promissores em desfechos de deglutição.
Uso educacional e apoio à decisão por profissional habilitado. Não substitui avaliação clínica, exame instrumental quando indicado, diagnóstico ou julgamento profissional.
Objetivo funcional · Disfagia – fase oral
Uso complementar direcionado ao preparo, contenção e ejeção do bolo, sempre depois da avaliação fonoaudiológica da biomecânica.
Disfagia: esta ferramenta não decide segurança de via oral
Objetivo mensurável em um componente específico da fase oral (contenção do bolo, escape anterior, trânsito oral), definido a partir do diagnóstico fonoaudiológico da fisiopatologia.
Certeza baixa. Revisão de 14 estudos com resultados promissores, porém protocolos heterogêneos e amostras pequenas. Não há base para tratar a fita como intervenção definida para disfagia.
Nível de evidência
População estudada
Região anatômica
Formato da fita
Duração e frequência
4. Quando NÃO usar ou encaminhar
Estudos de reabilitação da disfagia descrevem aplicações em orbicular, masseter, supra e infra-hióideos com resultados relatados como promissores em desfechos de deglutição.
Nos estudos
Localização: orbicular e masseter para componentes orais. Formato: tiras em I nos relatos. Tensão: sem convergência entre protocolos. Duração e frequência: variáveis e frequentemente atreladas às sessões de terapia.
Limites
A sequência base–corpo–ancoragem, o alisamento e a fricção para ativar o adesivo são convenções técnicas do método. Não há prova de que expliquem qualquer efeito clínico observado.
Quando interromper
Revisão sistemática · 2026
PMID 41824863 · PMCID PMC12991612
Ensaio clínico com grupo sham · —
PMID 38766591
Normativa profissional · 2023
CFFa 719/2023
Segurança primeiro. Não aplicar sobre mucosa, ferida ou região ocular. Suspender diante de qualquer reação cutânea. Sinais de aspiração — tosse, engasgo, voz molhada, perda de peso ou infecções respiratórias recorrentes — exigem avaliação adequada e não devem ser tratados com fita isoladamente.